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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Bovespa tem sua maior queda desde 11 de setembro de 2001 e fecha abaixo dos 49 mil pontos

Seguindo as principais Bolsas mundiais o Ibovespa, principal índice do pregão nacional, fechou o dia em queda de 7,59%. Essa é a maior queda no mercado acionário em pouco mais de sete anos. Em pontos, o Ibovespa fechou o dia com 48.416 pontos. A máxima pontuação foi registrada logo no início do pregão quando o índice era praticamente instável (0,01%) com 52.386 pontos. A mínima do dia registrou 48.409 pontos. No mês a Bolsa brasileira acumula perdas de 13,06%, e no ano 24,21%. O giro financeiro somou R$6,57 bilhões. Apenas uma ação do Ibovespa fechou em alta hoje: Comgás PN (+0,51%).
O nervosismo no mercado externo se deu diante do anúncio da venda do Merrill Lynch para o Bank of America além do pedido de concordata de um do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, que já carregava 158 anos de história. O banco, que sobreviveu a Grande Depressão e ao crash das bolsas americanas nos anos 30, se rendeu à crise imobiliária americana, deixando dividas de US$613 bilhões, e puxando os principais mercados acionários do planeta.
Antes de mesmo do início do pregão, o índice futuro já indicava o caminho das negociações nesta segunda-feira. O Ibovespa registrou queda de 6% na primeira hora do pregão. Em Wall Street, o índice Dow Jones recuou 4,42%, aos 10.917 pontos, o S&P teve baixa de 4,71%, aos 1.192 pontos, o Nasdaq fechou em queda de 3,60%, aos 2.179 pontos.
O cenário de ações amanha não é visto com muito otimismo, segundo analistas, com a abertura do mercado japonês, que esteve fechado junto com Hong Kong, China e Coréia do Sul, devido a um feriado; diversos bancos do Japão estão entre os principais credores bancários do Lehman Brothers, assim a turbulência pode ser ainda maior que a de hoje.


Fontes: Bovespa e Agência Estado

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Petrobrás garante sucesso no mercado nacional, e Bovespa sobe 2,19%; dólar é negociado a R$1,78

A Bolsa de Mercadorias e Futuros encerrou a semana de forma positiva. O Ibovespa, principal índice, fechou o dia em alta de 2,19% com 52.392 pontos. O pregão que iniciou o dia em queda foi sustentado pela alta nas bolsas européias, que se fortaleceram diante do preço das ações ligadas às matérias-primas (commodities).
Logo depois das 11 horas o pregão seguiu em alta somando um giro financeiro de R$5,2 bilhões em um total de quase R$300 mil negócios.
Os destaques do dia foram as duas maiores empresas nacionais. A Petrobrás registrou alta de 5,28% nas ações preferenciais fechando o dia cotada a R$33,06. Nem mesmo a queda no preço do barril do petróleo conseguiu interferir nas negociações da empresa, que fechou a semana abaixo de US$ 100 nos EUA e no mercado de Londres. A Vale também cooperou na alta da BM&F com valorização de 1,52% terminado a R$37,26.

Depois de quatro altas consecutivas, hoje o dólar comercial cedeu e fechou o dia com queda de 1,87%, negociado a R$ 1,781 no mercado interbancário de câmbio. A notícia de que o governo norte-americano estaria prestes a resolver a situação de um dos maiores bancos de investimento do país, o Lehman Brothers, influenciou o comportamento da moeda.
Fontes: Agência Estado, G1

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Petrobrás tira Bovespa do sufoco; dólar ultrapassa R$1,80

O mercado brasileiro esteve de bom humor nesta quinta-feira. Depois de acumular várias perdas nos últimos dias, valorizado somente ontem, o Ibovespa fechou o dia em alta de 3,3%, somando 51.270 pontos (maior valor do pregão). A mínima do dia tocou em 48.217 pontos (-2,85%). Com a alta de hoje, as perdas acumuladas em setembro caíram para -7,92% e, no ano, para -19,75%.
As ações da Petrobrás foram a protagonista do pregão. Valorizada pela descoberta de novas jazidas no campo de Iara na camada pré-sal da Bacia de Santos e da qualidade do óleo na região (leve), as ações ordinárias (ON) da Petrobras dispararam 10,23%, para R$ 38,70, e as preferenciais (PN) avançaram 9,48%, para R$ 31,40. As notícias que vieram da Bolívia, sobre o rompimento do gasoduto Gasoduto Yacuíba-Rio Grande (Gasyrg) que causaria uma diminuição na entrega de gás natural ao Brasil, não prejudicaram as negociações.
Os papéis movimentaram cerca de 30% do volume de negócios hoje na Bovespa e estimularam as compras de outras ações, como Vale e siderúrgicas. As ações da mineradora subiram 5,18% as ON e 4,11% as PNA, enquanto CSN ON avançou 7,42%, Gerdau PN, 4,58%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,96%, e Usiminas PNA, 1,16%.
Em Wall Street, depois de um dia de volatilidade com os índices operando em baixa em boa parte do pregão, o índice Dow Jones avançou 1,46%, aos 11.433,71 pontos, o S&P subiu 1,38%, aos 1.249,05 pontos, e o Nasdaq de 1,32%, aos 2.258,22 pontos.
No câmbio, o
dólar comercial
subiu 1,74%, sendo vendido a R$ 1,816 -maior patamar desde 23 de janeiro. Com a saída de recursos do país, esta é a nona alta consecutiva da moeda norte-americana. Em setembro, a valorização acumulada pela divisa já é de
11,27%.


quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Ibovespa atinge sua segunda maior alta desde agosto

Guiadas, principalmente pelas ações da Vale e Petrobrás, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, obteve sua segunda maior alta, 2,47%, a maior desde os 3,24% do dia 20 de agosto e a segunda registrada no mês (o Ibovespa havia subido apenas no dia 5). O índice se manteve firme durante o dia todo, apesar da volatilidade das negociações. Após uma baixa de 1,71%, pouco depois do meio-dia, a Bolsa Paulista acelerou, atingindo a máxima valorização de 3,14%, fechando a quarta-feira somando 49.633 pontos.
No mercado de ações, quem brilhou foram as mineradoras. As ações preferenciais de classe A (PNA) da Vale tiveram valorização de 5,86% com volume financeiro de R$813 milhões. Vale ON (ordinárias) também disparou 5,73%. Petrobrás somou o maior giro do pregão R$1,5 bilhão, com valorização de 2,3% nas ações preferenciais e nas ações ordinárias a alta foi de1,16%. Gerdau PN e Metalúrgica Gerdau PN, seguiram a mesma trajetória, em altas de 4,93% e 4,06%, respectivamente.
O bom humor na Vale do Rio Doce deu-se pela confirmação de que a mineradora está negociando um reajuste adicional para o minério de ferro vendido na Ásia, além da recuperação dos preços do cobre.
Apesar da alta de hoje, a volatilidade ainda esta em pauta no mercado brasileiro, pois não houve afirmação de analistas de que a desvalorização, que tomou conta da Bolsa, se esgotará.

O dólar comercial teve alta de 0,73% e fechou a quarta-feira cotado a R$1,785 nas negociações do mercado interbancário de câmbio. Esse é o maior valor da divisa norte-americana, desde o dia 25 de janeiro. Em oito dias de setembro, a moeda acumula uma valorização de 9,31% no mês.


fonte: Agência Estado

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Reunião da OPEP reduz o preço do petróleo

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato futuro de petróleo com vencimento em outubro recuou 2,90%, aos US$ 103,26 o barril, é o menor valor em cinco meses. Em Londres, o petróleo tipo Brent caiu abaixo de US$ 100, o que não acontecia desde abril.
Os operadores esperam uma manutenção nas cotas de produção, pela OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), após a reunião do grupo em Viena na Áustria.
A previsão de que o furacão Ike não irá afetar a produção da commodity, no Golfo do México, também agitou os preços.
No início do ano, um aumento de produção da Arábia Saudita, maior exportador da Opep, ajudou a enfraquecer o valor do barril.
Ao chegar a Viena, o ministro de Petróleo saudita, Ali Naimi, classificou como "muito bem-sucedido" o aumento na produção. "Trabalhamos muito duro desde junho para trazer os preços ao patamar atual", afirmou.

fontes: Agência Estado

Desvalorização na Bolsa brasileira atinge o pior índice em 1 ano

O pregão de terça-feira foi de bastante mau-humor, no mercado financeiro nacional e mundial. O Ibovespa, principal índice da BM&F terminou o dia em baixa de 4,5%, aos 48.435 pontos. A queda nos preços das commodities, fuga de investidores estrangeiros e o pesadelo nas Bolsas americanas foram os grandes vilões do dia.
A terceira maior queda do ano acumula perdas de quase 7% só nesta semana. No mês, as perdas atingem 13,01% e no acumulado do ano, -24,18%. O índice oscilou entre a mínima de 48.419 pontos (-4,53%) e a máxima de 50.711 pontos (-0,01%). O giro financeiro somou R$ 5 bilhões.
As mineradoras foram as mais prejudicadas. Vale ON (ordinárias), -4,96%, Vale PNA, (preferências tipo A) -4,33%, Gerdau PN, (preferenciais) -7,85%, Metalúrgica Gerdau PN, -8,06%, CSN ON, -8,29%, Usiminas PNA, -8,67%.
A terça-feira também não foi muito agradável no mercado americano. Em Wall Street todos os índices encerraram o dia no vermelho. Dow Jones em queda de 2,43%, aos 11.230,7 pontos, S&P em baixa de 3,41%, aos 1.224,51 pontos e Nasdaq em baixa de 2,64%, aos 2.209,81 pontos.
A grande agitação no mercado externo elevou a divisa norte-americana à sua maior cotação desde janeiro. No câmbio interbancário, o dólar comercial fechou o dia com valorização de 2,07%, a R$ 1,772. A máxima atingiu o valor de R$1,775 (alta de 2,25%); e na mínima de R$1,73 (alta de 0,17%).


fontes: Advanced Financial Network e Agência Estado

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Bovespa foge da festa e fecha em baixa de quase 2,5%

A euforia que tomou conta no mercado externo não melhorou os baixos índices das semanas passadas na Bolsa brasileira. A ajuda que o governo norte-americano deu às agências de hipotecas Freddie Mac e Fannie Mae proporcionou uma arrancada nas principais Bolsas mundiais.A BM&F não participou da festa. O Ibovespa fechou o dia em baixa de 2,35% com 50.717 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,14 bilhões.
O pregão iniciou-se de forma bem humorada, pouco depois das 10 horas, o índice estava em alta de 3,35%, porém logo entraria em queda, puxada pelo enfraquecimento, principalmente das ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas.
No mercado externo os número foram bem diferentes: o índice Dow Jones terminou em alta de 2,58%, aos 11.510,7 pontos, o S&P 500 avançou 2,05%, para 1.267,79 pontos, e o Nasdaq teve elevação de 0,62%, aos 2.269,76 pontos. Na Europa, o desempenho também foi parecido: a Bolsa de Paris subiu 3,42%, Frankfurt, 2,22%, e Londres, 3,92%.
O dólar seguiu o bom humor no mercado externo e atingiu alta de 1,11%, sendo cotado a R$1,736 - o maior valor desde 1° de abril desse ano, quando valia R$1,745. Durante a sessão de hoje, variou de R$ 1,703 (queda de 0,82%) a R$ 1,741 (alta de 1,40%). Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista subiu 1,02% a R$ 1,7355. O volume financeiro total à vista somava US$ 2,8 bilhões por volta das 16h30.
Fontes: Gazeta Mercantil, Agência Estado e Estadão

domingo, 7 de setembro de 2008

Semana turbulenta derruba índices da Bovespa

A quase dependência das commodities, no mercado brasileiro, derrubou os índices da Bovespa. IBRX e o Ibovespa foram os que mais perderam nas últimas semanas. O primeiro composto por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas na Bovespa, teve a maior queda em dólar entre os demais índices no período entre 20 de maio e 4 de setembro. A desvalorização foi de 33,3%. A segunda maior perda foi do Ibovespa, principal da BM&F, com 31,9%.

Segundo especialistas, quase 60% das empresas negociadas na Bovespa estão associadas ao mercado de commodities. No último mês, o preço das matérias-primas e alimentos inverteram a forte trajetória e começaram a cair. No mês de agosto, o índice que engloba as commodities do comércio exterior brasileiro caiu 5%.

Porém essa desvalorização já era, de certa forma, esperada. Pois a Bolsa brasileira tornou-se o foco de muitos investidores estrangeiros, nos últimos anos. Alessandra Ribeiro, economista da Tendências Consultoria Integrada, destacou que "É natural que ela fique mais sensível nos momentos de turbulência".

Mas, apesar de os índices brasileiros estarem em primeiro lugar em perdas no período avaliado pelo Economática, no acumulado do ano a bolsa brasileira ainda continua com bom desempenho ante os demais países.

Fonte: O Estado de São Paulo

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Taxa de desemprego nos EUA faz dólar cair

O dólar fechou a sexta-feira com leve baixa, tendo uma melhora após riscos e ajustes de posição da moeda norte-americana. As bolsas exibiram variação negativa de 0,12% no final do dia, a R$ 1,717. A alta acumulada em setembro é de 5,27%. Os dados do mercado de trabalho norte-americano registraram a maior taxa em cinco anos. A economia perdeu 84 mil postos de trabalho em agosto ante o mesmo período em julho. O setor financeiro norte-americano e a queda do petróleo no mercado internacional também podem ser responsabilizados pela alta taxa do índice de desemprego.

As bolsas começaram o dia com o dólar em alta de mais de 1,5% no momento mais preocupante. À tarde, no entanto, o câmbio aliviou junto com os mercados. Às 16h30, o índice Dow Jones tinha índice positivo de 0,03%. Já o Ibovespa, com vencimento em outubro, registrou queda de 1,03%, a 51.939 pontos, nas negociações futuras da BM&FBovespa.

fontes: Agência Estado, BOVESPA

Bolsas Asiáticas despencam nessa sexta-feira

As principais Bolsas Asiáticas também fecharam em queda seguindo as tendências de Wall Street.A Bolsa de Tóquio encerrou a sessão de sexta-feira em baixa de 2,75%. O índice Nikkei, principal de Tóquio, 225 perdeu 345,43 pontos, a 12.212,23 unidades, o menor nível em quase seis meses. Em Xangai, a Bolsa fechou o dia em forte queda de 3,29%, atribuída pelos analistas ao impacto das perdas registradas na véspera no mercado de Nova York e as preocupações pela falta de liquidez. O índice composto da principal Bolsa chinesa, que reúne ações do tipo A em yuanes e do tipo B em dólares, perdeu 74,97 pontos, a 2.202,45 unidades. A Bolsa de Hong Kong caiu 2,24%, seguindo a tendência de Wall Street, em um contexto de crescentes preocupações com a redução nos lucros das empresas.

Fonte: Agência Estado

Bolsas européias perdem com desconfiança de investidores

As principais Bolsas européias fecharam o dia em baixa pelo terceiro dia seguido. Afetada principalmente pela desconfiança dos investidores com a desaceleração da economia global, depois da divulgação de dados piores do que o esperado sobre o mercado de trabalho americano. Além da fuga dos investidores, a fabricantes de aparelhos celulares Nokia, afirmou que sua participação de mercado no terceiro trimestre deste ano será menor do que o nível de 40% previsto em julho, o mesmo patamar registrado no segundo trimestre de 2008. A companhia também estima que o mercado global de aparelhos celulares será afetado este ano pela diminuição da confiança do consumidor. O resultado foi uma queda de 9,6% na Bolsa de Estocolmo, onde se localiza a Nokia. No Reino Unido, a Bolsa de Londres fechou em queda de 2,26%, para 5.240 pontos.

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Dólar sobe 2,44%, e encerra o dia a R$ 1,71

O estresse do mercado com a deterioração da economia mundial elevou o dólar ao seu maior nível desde abril deste ano, em uma alta consecutiva de seis dias de valorização da moeda americana. Em apenas quatro sessões a moeda americana acumula alta de 5,21%.

Tendo oscilado da mínima de R$1,678 (estável) à máxima de R$ 1,72 (alta de 2,50%) durante o dia; a divisa encerrou a quinta-feira fechando a R$1,719. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a moeda americana foi cotada a R$1,716 nos contratos à vista, em alta de 2,39%. O volume financeiro atingiu US$6,548 bilhões.O Euro fechou o dia valendo US$1,42.

O mercado cambial doméstico, que vinha mostrando alguma resistência à piora externa, sucumbiu hoje ao mau humor - embora a reação do real tenha sido melhor do que a de outras moedas.
Fontes: Gazeta Mercantil e Agência Estado

Quinta queda consecutiva na BM&F, acumula baixa de 7,67% em setembro

A insegurança de investidores estrangeiros derrubou a Bolsa Paulista pela quinta vez consecutiva. O Ibovespa iniciou a quinta-feira em alta de 0,15% mais logo recuou terminando o dia em baixa de 3,96%, com 51.408 pontos; é a terceira maior queda porcentual em 2008. Com o desempenho de hoje, nas quatro sessões de setembro, o Índice acumulou perdas de 7,67% e, no ano, o resultado negativo está em 19,53%. O grande vilão do pregão foram os indicadores ruins na Europa e Estados Unidos. Em Wall Street, o índice Dow Jones recuou 2,99%, aos 11.188,2 pontos, o S&P terminou em queda de 2,99%, aos 1.236,82 pontos, e o Nasdaq recuou 3,20%, para 2.259,04 pontos.

O mal tempo no mercado mundial reflete o enfraquecimento da atividade econômica que levou os investidores a se desfazerem das ações de risco, o que responde pela fuga de estrangeiros vista hoje na Bovespa. As ações relacionadas a commodities (matérias-primas) caíram, reforçando as vendas na Vale e Petrobras, que caíram mais de 3%.
Fontes: Portal Exame e Estadão

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Moeda norte-americana encerrou o dia em alta, pela quinta vez

O dólar comercial segue com sua trajetória de altas. Depois de passar o dia todo em queda a moeda norte-americana fechou o dia valorizada pela quinta vez consecutiva.

A divisa encerrou em alta de 0,90%, a R$ 1, 678 - tendo oscilado da mínima de R$ 1,66 à máxima de R$ 1,68. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista subiu 0,77%, para R$ 1, 676.
Fonte: Agência Estado

Com fraco impacto do furacão Gustav, petróleo fecha em baixa mais uma vez

O preço do barril de petróleo tipo WTI, com vencimento em outubro, encerrou o dia estável com ligeira queda de 0,33% cotado a US$ 109,35 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, na sigla em inglês). Em Londres o preço do barril do tipo Brent, com vencimento no mesmo mês do WTI, caíram 0,26%, e fecharam o dia a US$ 108,06.

As últimas cotações dos barris vinham apresentando quedas relativamente altas pelas declarações das refinarias Royal Dutch Shell Plc e CONOCOPHILLIPS de que o furacão Gustav não havia causado danos nas plataformas da região do Golfo do México.

Embora algumas refinarias estejam perto de reiniciarem sua atividade, muitas permanecem inativas em virtude da falta de energia em grandes áreas da Louisiana.
Fonte: Agência Estado e Gazeta Mercantil

Bolsa fecha em queda, puxada pela baixa das commodities

A Bolsa de Valores Paulista terminou o dia em queda de 1,61%, com 53.527 pontos. É a quarta queda seguida que a BM&F acumula desde a sexta-feira passada.

O dia foi turbulento, o Ibovespa, principal índice acionário da Bolsa, oscilava entre alta de 1,5% e baixa de quase 3%. A movimentação foi grande e giro financeiro subiu para R$5,09 bilhões, o melhor em três semanas.

As ações da Vale do Rio Doce foram as que nortearam a sessão de hoje. No início do pregão os valores dispararam com a notícia de que a empresa teria conseguido um reajuste de 20% no preço do minério vendido para clientes na China. Porém a notícia foi perdendo credibilidade até ter sido descartada pela companhia. Com isso, as ações preferenciais da companhia caíram 0,65 por cento, para R$36,65.

As demais empresas ligadas, também, às commodities, como a Gerdau Metalúrgica, puxou a fila quando suas ações desvalorizaram 4,1%, para R$38,37.

Das 66 ações que compõem o Ibovespa, apenas nove subiram.
Fonte: Gazeta Mercantil

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Petróleo em queda

Os preços do petróleo nos Estados Unidos cairam nesta terça-feira, depois de ter sido relatado que os danos do furacão Gustav no Golfo México foram pequenos, diante do que se esperava. O contrato outubro fechou em queda de 5,75 dólares, ou 4,98 %, a 109,71 dólares o barril, na Nymex.

Em Londres, o contrato outubro do petróleo tipo Brent caiu 1,07 dólar e fechou a 108,34 dólares por barril.
"A tendência de queda tomou controle do mercado petrolífero, desmascarando o seu lado fraco, que é a deterioração da demanda, após resistirmos ao furacão Gustav", afirmou Phil Flynn, analista da Alaron Trading.
Fonte: Gazeta Mercantil e Estadão

Bolsa inicia setembro em baixa

Puxada pela queda do petróleo, a Bolsa de Valores de São Paulo fechou o dia em queda de 1,37%. É a terceira queda seguida que a Bolsa paulista acumula.

Pouco depois das 11 horas o Ibovespa mostrava certo otimismo batendo na casa dos 55.412 pontos, depois disso o índice só recuou e o giro financeiro somou R$4,2 bilhões de reais, fechando com 54.404 pontos.
Fonte: Agência Estado

Reservas altas, ações em baixas

As ações da Petrobras continuaram em zona de turbulência durante o mês de setembro. No dia 8 de novembro, data do primeiro anúncio, referente à Tupi, a ação preferencial da petrolífera chegou a R$ 39,85. Dez meses depois e seis descobertas a mais, valem R$ 34,21 – diminuindo para 14,15% no período. Um dia antes de anunciar a descoberta de Tupi, as preferenciais valiam R$ 34,90 e as ordinárias, R$ 40,55.

A bagunça do mercado reside sobre a primeira versão da proposta do Comitê Interministerial, elaborado pelo presidente da República para definir alterações no modelo dos contratos de exploração de petróleo, e a divulgação do novo plano de investimento da petrolífera, ambos agendados para este mês.
Fonte: Portal Exame