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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Movimentação nas fabricantes de carros

Automóveis 1

A Porsche anunciou hoje que vendeu parte de suas ações. Para tentar estabilizar a cotação de seus títulos e suspender a turbulência e especulação em torno da Volkswagen, até 5% de seus papéis estarão à venda.

Ontem a empresa Volkswagen (que detém a Porsche) se transformou na empresa mais cara do mundo. Suas ações ultrapassaram o valor de mil euros por título. A alta, que chegou a 93,27%, veio anúncio da participação da Porsche na companhia.


Automóveis 2


Ford Motos, fabricante norte-americana, teve queda de 27% nas vendas em agosto, em comparação a 2007. A baixa se deve às vendas de veículos SUV (veículos esportivo-uitlitários) que despencaram 53%. Esse tipo de veículo, além de consumir muito combustível, é de grande popularidade em um país que se encontra em situação delicada de mercado: os Estados Unidos.



Automóveis 3

A GM tem um programa de incentivo às vendas chamado “Descontos de Funcionários para Todos” (Employee Discount for Everyone). Serve para estimular a compra de veículos SUV e picapes, modelos cuja venda decresce nos Estados Unidos. A fabricante anunciou que irá estender o programa até o fim deste mês, de acordo com o Wall Street Journal, além de incluir novos carros no pacote, inclusive modelos 2009. O desconto foi lançado em agosto para automóveis modelos 2008 deste ano e teve algum resultado.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A espera da aprovação do pacote de ajuda americano, Bovespa encerra a semana em queda de 2%

A Bolsa de Valores de São Paulo operou em queda durante o dia todo, guiada pelas incertezas sobre o pacote de ajuda aos bancos americanos. A longa espera pela aprovação do plano derrubou o Ibovespa, principal marcador da Bolsa paulista. O índice fechou em queda de 2,02% aos 50.782 pontos. O fraco resultado do PIB brasileiro no segundo trimestre também ajudou na desvalorização do Ibovespa.
As Bolsas internacionais também sofreram oscilações, em Nova York o índice Dow Jones reverteu os números no fim da tarde, e terminou a semana em alta de 1,13%; no pregão eletrônico o Nasdaq fechou em ligeira baixa de 0,15%.
O dólar fechou o dia em alta de 1,76% sendo cotado a R$1,853. A divisa se valorizou 1,26% na semana e no mês a alta acumulada é de 13,54%. Marcada pela forte volatilidade com as incertezas sobre o plano de ajuda de US$ 700 bilhões.


Fontes: Estadão, G1

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Bovespa sobe, impulsionada pelo acordo entre republicanos e democratas

A Bovespa se animou com as notícias sobre a aprovação do pacote de US$700 bilhões, enviado pelo congresso americano para socorrer as dívidas podres dos bancos. O principal índice acionário da Bolsa Paulista, o Ibovespa, fechou o dia em alta de 3,98%, aos 51.828 pontos, somando um giro financeiro de R$5,2 bilhões de dólares. O otimismo aumentou quando, democratas e republicanos afirmaram que já tinha definido os objetivos do plano.
As empresas brasileiras seguiram a valorização do mercado. A Vale do Rio Doce obteve valorização de 4,95%, cotada a R$ 35,84. A Petrobras, que anunciou ter concluído a descoberta de uma reserva de gás e óleo na bacia do Rio de Janeiro, subiu 4,35%, a R$ 35,99.
Diante das expectativas positivas sobre a possível aprovação do plano de resgate das instituições financeiras proposto pelo governo dos Estados Unidos. O dólar encerrou a quinta-feira em baixa de 1,62% sendo cotado a R$1,821. No badalado mês de setembro a moeda acumula alta de 11,58%.


Fontes: G1, Estadão

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ibovespa sobe e dólar é cotado a R$1,85

A quarta-feira foi positiva na Bovespa não variando muito de ontem para hoje. O principal índice da bolsa, o Ibovespa, fechou o dia em alta de 0,50% somando 49.842 pontos. A BM&F operou no verde durante o dia todo, atingindo a máxima de +2,30% com 50.747 pontos, e mínima de 49.598 pontos (+0,01%). No mês, a Bolsa acumula perdas de 10,48% e, no ano, de 21,98%. O giro financeiro totalizou R$ 4,026 bilhões.
As ações da Petrobrás foram as que determinaram o rumo da Bolsa Paulista. Com a queda do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York, (Nymex, na sigla em inglês) ações preferenciais (PN) da companhia subiram 3,73%, já as ordinárias (ON) subiram 2,76%. Vale também fechou em alta, porém mais tímida: 1,73% as ON e 1,88% as PNA (preferenciais da classe A).
O dólar encerrou o dia em alta de 1,2% sendo cotado a R$1,851. A divisa norte-americana acumula valorização de 13% em setembro. As incertezas sobre o pacote US$700 bilhões de ajuda a bancos dos Estados Unidos acabaram influenciando as negociações guiando a moeda para a sua segunda alta seguida.
Fontes: G1, Agência Estado

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Dúvidas no mercado americano, derruba o Ibovespa

As incertezas de como o plano de ajuda do governo americano, encaminhado ao Congresso nesse final de semana, irá interferir na crise, causou certo receio nas negociações de hoje na Bovespa. O medo de que os parlamentares possam dificultar as negociações ou colocar medidas que encareçam a ajuda, forçaram muitos investidores a vender ativos e se esconder em negociações mais seguras.
O principal índice da bolsa, Ibovespa, fechou o dia em queda de 2,86% aos 51.540 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 51.530 pontos (-2,87%) e a máxima de 53.455 pontos (+0,75%). O giro financeiro do dia, somou R$ 5,352 bilhões.
As ações da Petrobras reduziram as baixas na maior parte do pregão, já que subiam puxadas pela disparada do petróleo. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o vencimento do contrato de outubro da commodity terminou em US$ 120,92, alta de 15,66%.
A forte queda no dólar também ajudou os preços da energia a subir, a moeda americana encerrou o dia cotada a R$1,793, queda de 2,02%. Apesar da queda acumulada de 6,72% nas duas últimas sessões, a divisa ainda acumula alta de quase 10 por cento em setembro.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Maior alta do século na Bovespa

O principal índice acionário da Bovespa, encerrou o dia com sua maior alta em 9 anos . A elevação é a maior registrada desde 15 de janeiro de 1999. Seguindo as valorizações nas negociações estrangeiras o Ibovespa fechou o dia em alta de 9,57% somando 53.055. A euforia do mercado externo, se deu após a divulgação de medidas nos Estados Unidos para reduzir os riscos sistêmicos do mercado financeiro.
Os números positivos estiveram em todas as Bolsas do mundo. Na Europa, a Bolsa de Londres subiu mais de 400 pontos, a maior elevação em 20 anos, fechando em alta de 8,84%. Em Paris, a alta foi de 9,27%, para 4.324 pontos, e em Frankfurt houve elevação de 5,56%.
Liderados pelo secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, as autoridades norte-americanas estão desenhando uma solução para resolver o problema das centenas de bilhões de dólares em dívidas podres de hipotecas.
O dólar andou na reta oposta dos números positivos. A divisa norte-americana encerrou a sexta-feira, na maior queda diária em seis anos.
anulando a disparada da véspera com a atuação do Banco Central e o otimismo internacional por um plano dos Estados Unidos contra a crise financeira. A moeda norte-americana terminou a R$ 1,831, com queda de 5,13%. É a maior queda percentual desde 1º de agosto de 2002.


Fonte: Estadão

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Bovespa se recupera e encerra o dia com a terceira maior alta porcentual de 2008

A quinta-feira foi positiva na Bovespa. O Ibovespa, principal índice da Bolsa, fechou o dia em alta de 5,48% somando 48.422 pontos. Rumores do mercado externo, de que o governo dos Estados Unidos irá criar um fundo para assumir as dívidas exorbitantes dos bancos norte-americanos, animaram as negociações e fez a Bolsa Paulista fechar com a terceira maior alta porcentual de 2008. A variação de hoje só perdeu para 24 de janeiro deste ano (alta de 5,95%) e 30 de abril (ganho de 6,33%). A recuperação da Bovespa trabalhou em terras favoráveis, além dos rumores externos, a baixa nos preços, devido à queda de ontem no mercado de ações, ajudou ainda mais a bolsa
A volatilidade foi grande, o Ibovespa chegou à mínima de 45.295 pontos (-1,34%) máxima de 49.002 pontos (+6,74%). As perdas do mês turbulento foram reduzidas a -13,02% e no ano. -24,20%. O volume financeiro foi expressivo e totalizou R$ 7,5 bilhões.
Com tudo isso, e ainda com a alta do petróleo no mercado externo - o contrato para outubro subiu 0,74%, para US$ 97,88 - as ações da Petrobras conduziram a guinada do Ibovespa. Petrobras ON (ordinárias) avançou 7,06% e PN (preferenciais), 8,05%, esta com giro de R$ 1,291 bilhão. Vale ON teve alta de 7,28% e PNA, de 7,45%.
O dólar também teve resultados positivos, a divisa que atingiu R$1,962 na máxima do dia, encerrou a quinta-feira cotado a R$1,93.

Fontes: Estadão, Agência Estado

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Medo externo derruba Bovespa e dólar sobe para R$1,867

O dia foi turbulento na Bovespa nesta quarta-feira, o principal índice de referência nas negociações, o Ibovespa, encerrou o pregão, em baixa de 6,74% voltando ao patamar de 45.908 pontos, o menor desde o dia 2 de abril do ano passado, quando havia registrado 45.597 pontos. As perdas da BM&F na semana acumulam baixas de 17,55% e no ano, 28,14%. O volume financeiro do dia totalizou R$ 7,457 bilhões. As ações da Petrobrás, que subiram em boa parte do período da tarde seguindo a disparada do preço do petróleo (US$97,16 o barril), não foram fortes o suficiente para suportar as fortes pressões do mercado.
Os fatores externos foram os principais vilões das negociações. O temor dos investidores de que o resgate da seguradora norte-americana
American International Group (AIG) não seja suficiente para amenizar a tempestade que atinge os mercados prejudicou as negociações, não só aqui, mais em todo o mundo.
As principais bolsas européias fecharam o dia, no menor nível desde maio de 2005. Em Londres, o índice FT-100 caiu 113 pontos (2,25%) e fechando o dia com 4.912 pontos; em Paris, o índice CAC-40 recuou 87 pontos (2,14%) e fechou com 4.000 pontos; em Frankfurt, o índice Xetra-Dax caiu 104 pontos (1,75%) e encerrando o pregão alemão com 5.860 pontos.
Em Wall Street não foi diferente, os números negativos prevaleceram e a bolsa de Nova York teve sua 2ª maior queda do ano. O índice Dow Jones recuou 4,06%, aos 10.609 pontos, o S&P 500 recuou 4,71%, aos 1.156 pontos, e o Nasdaq, na mínima do dia, perdeu 4,94%, aos 2.098 pontos.
O dólar garantiu sua alta diante do mercado turbulento desta quarta-feira atingindo sua maior alta em pouco menos de um ano. A divisa americana obteve alta de 2,58% sendo cotado a R$1,867.


Fontes: Agência Estado e Estadão

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Petrobrás, Vale e taxa de juros fixada em 2%, alivia mercado nacional

O anúncio sobre a manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos, em 2%, acalmou o mercado de ações nesta terça-feira, além de rumores sobre um possível acordo para salvar a gigante de seguros AIG.
O mercado se iniciou com medo seguindo as baixas nas principais Bolsas asiáticas e européias. No entanto, ao longo do dia o Ibovespa, principal índice do pregão nacional, se assegurou com as notícias dos Estados Unidos e principalmente pelo volume de negócios nos papéis da Vale do Rio Doce e Petrobrás. O índice da Bovespa fechou em alta de 1,68% aos 49.228 pontos depois de oscilar entra a mínima de 4,45% e máxima de 1,85%. As perdas do mês tiveram ligeira queda de 11,59% e, no ano, para 22,94%. Ontem o Ibovespa encerrou o dia em baixa de 7,59% acumulando perdas de 13,06%, no mês e 24,21% no ano.
Com a melhora em Wall Street, as ações da Petrobras, que foram exceção de ganhos nos momentos ruins da Bovespa, ampliaram os ganhos e possibilitaram a virada da Bolsa. As ações ordinárias (ON) da estatal avançaram 5,74% e as preferenciais (PN), 5,03%, a despeito da queda do petróleo - em Nova York, o contrato futuro com vencimento em outubro perdeu 4,76%, para US$ 91,15 o barril. Vale ON subiu 2,57% e PNA, 3,75%.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,30%, aos 11.059,02 pontos, o S&P 500 avançou 1,75%, para 1.213 pontos, e o pregão eletrônico, Nasdaq, teve elevação de 1,28%, aos 2.207 pontos. As bolsas européias, que fecharam antes da decisão do Federal Reserve sobre juros e dos rumores sobre AIG, não tiveram a mesma sorte e, seguindo as baixas asiáticas, tiveram mais um dia de perdas expressivas. O mercado londrino fechou em queda de 3,53%, Paris perdeu 1,96% e Frankfurt caiu 1,63%.
No mercado de câmbio, a moeda norte-americana, que atingiu o valor de R$1,855, no balcão; e R$1,852 na BM&F encerrou o dia em ligeira alta de 0,33% sendo cotado a R$1,82.


Fontes: Agência Estado e O Estado de São Paulo