sábado, 13 de setembro de 2008

Manchetes do Dia


O Estado de S. Paulo: EUA resistem a socorrer Lehman

Folha de S. Paulo: Serra e Lula fazem acordo sobre dívida de R$ 15 bi com o INSS

Gazeta Mercantil: Estabilidade das commodities faz Ibovespa subir 1,69%

O Globo: Crise nos EUA afeta economia chinesa

Valor Econômico: Risco Brasil recua 1,47% e fecha sexta-feira aos 268 pontos

Dicionário de Economês

Os termos mais citados na semana:

Dow Jones = é o índice usado para acompanhar a evolução dos negócios na Bolsa de Valores de Nova York . Seu cálculo é feito a partir de uma média das cotações entre as trinta empresas de maior importância na bolsa de valores, as vinte companhias ferroviárias mais destacadas e as quinze maiores empresas concessionárias de serviços público.

IGP-M = Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), pesquisado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Refere-se à coleta de preços realizada entre os dias 21 de um mês e 20 do seguinte, e não no mês completo.

IPCA = Índice de Preços ao Consumidor Amplo, é o índice calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com o objetivo de corrigir os balanços e demonstrações financeiras das companhias abertas. A pesquisa é composta por pessoas que ganham de 1 a 40 salários mínimos nas regiões metropolitanas das principais capitais do País. A composição dos grupos de despesas para o cálculo é o seguinte: Alimentação (25,21%), Artigos de Residência (8,09%), Habitação (10,91%), Transportes e Comunicação (18,77%),Vestuário (12,49%), Saúde e Cuidados Pessoais (8,85%) e Despesas Pessoais (15,68%). O período de coleta vai do primeiro dia do mês ao último dia do mês escolhido, e a divulgação ocorre próxima ao dia 15 do mês posterior.

NASDAQ =
National Association of Security Dealers Automated Quotation System. É a principal instituição norte-americana operante no mercado de bolsas. Os títulos são negociados por meio de pregão eletrônico e não por meio do pregão ao vivo. Recentemente, a NASDAQ uniu-se à American Stock Exchange (AMEX), formando o pregão NASDAQ-AMEX Market Group. Esse sistema comercializa ações de importantes empresas de tecnologia e internet, como: Microsoft, Intel, Dell, Yahoo! e Amazon.

OPEP = Organização dos Países Exportadores de Petróleo. É uma organização composta por países que detém as maiores reservas de petróleo do mundo. Seu objetivo é unificar a política petrolífera dos países membros, o que inclui um controle de preços e do volume de produção.

PIB = Produto Interno Bruto. Representa a soma monetária de todos os bens e serviços produzidos numa determinada região (países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc.). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de analisar a atividade econômica de uma região.

Selic = Sistema Especial de Liquidação e Custódia. É a taxa que reflete o custo do dinheiro para empréstimos bancários. Definida pelo Banco Central, é a taxa básica de juros utilizada para controlar a inflação, norteando a economia brasileira e as negociações com títulos públicos registrados no BC.

fonte: UOL

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Petrobrás garante sucesso no mercado nacional, e Bovespa sobe 2,19%; dólar é negociado a R$1,78

A Bolsa de Mercadorias e Futuros encerrou a semana de forma positiva. O Ibovespa, principal índice, fechou o dia em alta de 2,19% com 52.392 pontos. O pregão que iniciou o dia em queda foi sustentado pela alta nas bolsas européias, que se fortaleceram diante do preço das ações ligadas às matérias-primas (commodities).
Logo depois das 11 horas o pregão seguiu em alta somando um giro financeiro de R$5,2 bilhões em um total de quase R$300 mil negócios.
Os destaques do dia foram as duas maiores empresas nacionais. A Petrobrás registrou alta de 5,28% nas ações preferenciais fechando o dia cotada a R$33,06. Nem mesmo a queda no preço do barril do petróleo conseguiu interferir nas negociações da empresa, que fechou a semana abaixo de US$ 100 nos EUA e no mercado de Londres. A Vale também cooperou na alta da BM&F com valorização de 1,52% terminado a R$37,26.

Depois de quatro altas consecutivas, hoje o dólar comercial cedeu e fechou o dia com queda de 1,87%, negociado a R$ 1,781 no mercado interbancário de câmbio. A notícia de que o governo norte-americano estaria prestes a resolver a situação de um dos maiores bancos de investimento do país, o Lehman Brothers, influenciou o comportamento da moeda.
Fontes: Agência Estado, G1

Manchetes do Dia


O Estado de S. Paulo: Brasil fica 6 horas sem gás boliviano

Folha de S. Paulo: Com Petrobrás, Bovespa vira e avança 1,46%; dólar recua

Gazeta Mercantil: Corte de gás da Bolívia expões falhas do setor

O Globo: Carga tributária deverá aumentar em 2009

Valor Econômico: Bolívia rejeita mediação brasileira para conflito

PIB cresce 6,1% e supera expectativas

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ultrapassou todas as previsões e alcançou o patamar de 6,1% de crescimento em relação ao mesmo período de 2007 e 1,6% ante o trimestre anterior.

Esse desempenho acima das expectativas se deve pela forte contribuição de basicamente cinco setores. São eles:

Agropecuária: setor que mais ajudou no crescimento do PIB no segundo trimestre, teve alta de 7,1% pelo aumento na produção de carnes e safras recordes de café e trigo.

Indústria: o segmento de construção civil avançou quase 10% no segundo trimestre, seguido pelas indústrias extrativas minerais, que obtiveram um crescimento de 5,3%, com a participação da extração de petróleo e de minério de ferro.

Serviços: cresceu 5,5% no período entre abril e junho desse ano. Os setores que mais evoluíram foram os de intermediação financeira, seguros, serviços de informação e comércio.

Investimentos: cresceram 16,2% na comparação com o mesmo trimestre de 2007, atingindo o patamar de 18,7%, devido, em grande parte, à importação de bens de capital e pela construção civil, que, por seu crescimento, aumentou a demanda por mão-de-obra e insumos de capital.

Consumo das famílias: o principal componente do PIB – equivalente a 61% – e que cresceu 6,7% em relação ao segundo trimestre de 2007, graças ao aumento salarial e crescimento nominal de operações de crédito
.


fontes: O Estado de S. Paulo / Folha de S. Paulo / Gazeta Mercantil

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Manchetes do Dia


O Estado de S. Paulo: PIB supera expectativa e cresce 6,1%

Folha de S. Paulo:
Copom mantém aperto e Selic sobe para 13,75%

Gazeta Mercantil:
PIB em alta e descoberta no pré-sal reanimam a semana

O Globo:
Ações da Petrobras sobem 9,48% e puxam alta de mais de 3% da Bovespa

Valor Econômico: Dólar sobe a R$1,818; agentes vêem especulação contra o real

Mesmo divido, Copom aumenta taxa Selic em 0,75 ponto

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, para 13,75% ao ano. A decisão ocorreu mesmo com a queda no Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) para 6,17%, ante 6,37% em julho, na meta de 12 meses.


O aumento na Selic já era esperado por muitos economistas e indústrias, porém, o que não era esperado é a falta de consenso entre os diretores do Copom. Dentre eles, cinco optaram pela elevação de 0,75 percentual, para 13,75%; outros três ficaram com a prerrogativa de uma alta mais modesta, de 0,50 percentual, para 13,50%.

Agora a estimativa geral é de diminuição dos aumentos da Selic. Para os especialistas, a provável decisão do Copom em outubro será de uma alta de 0,50 ponto, e 0,25 ponto nas reuniões de dezembro. Para janeiro, a previsão é de início de neutralidade na taxa de Juros, sem alguma elevação.


fontes: Banco Central / Valor Econômico

Petrobrás tira Bovespa do sufoco; dólar ultrapassa R$1,80

O mercado brasileiro esteve de bom humor nesta quinta-feira. Depois de acumular várias perdas nos últimos dias, valorizado somente ontem, o Ibovespa fechou o dia em alta de 3,3%, somando 51.270 pontos (maior valor do pregão). A mínima do dia tocou em 48.217 pontos (-2,85%). Com a alta de hoje, as perdas acumuladas em setembro caíram para -7,92% e, no ano, para -19,75%.
As ações da Petrobrás foram a protagonista do pregão. Valorizada pela descoberta de novas jazidas no campo de Iara na camada pré-sal da Bacia de Santos e da qualidade do óleo na região (leve), as ações ordinárias (ON) da Petrobras dispararam 10,23%, para R$ 38,70, e as preferenciais (PN) avançaram 9,48%, para R$ 31,40. As notícias que vieram da Bolívia, sobre o rompimento do gasoduto Gasoduto Yacuíba-Rio Grande (Gasyrg) que causaria uma diminuição na entrega de gás natural ao Brasil, não prejudicaram as negociações.
Os papéis movimentaram cerca de 30% do volume de negócios hoje na Bovespa e estimularam as compras de outras ações, como Vale e siderúrgicas. As ações da mineradora subiram 5,18% as ON e 4,11% as PNA, enquanto CSN ON avançou 7,42%, Gerdau PN, 4,58%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,96%, e Usiminas PNA, 1,16%.
Em Wall Street, depois de um dia de volatilidade com os índices operando em baixa em boa parte do pregão, o índice Dow Jones avançou 1,46%, aos 11.433,71 pontos, o S&P subiu 1,38%, aos 1.249,05 pontos, e o Nasdaq de 1,32%, aos 2.258,22 pontos.
No câmbio, o
dólar comercial
subiu 1,74%, sendo vendido a R$ 1,816 -maior patamar desde 23 de janeiro. Com a saída de recursos do país, esta é a nona alta consecutiva da moeda norte-americana. Em setembro, a valorização acumulada pela divisa já é de
11,27%.


quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Manchetes do Dia

O Estado de S. Paulo: Dólar vai a R$ 1,77 e Ibovespa perde 4,5

Folha de S. Paulo: Bovespa sobe 2,47%, em tentativa de recuperação

Gazeta Mercantil:
Bovespa desaba com queda do preço das commodities

O Globo:
Bolsa fecha em alta de 2,47%; dólar a R$ 1,78

Valor Econômico: Queda recorde pode abrir uma nova fase para bolsa

Ibovespa atinge sua segunda maior alta desde agosto

Guiadas, principalmente pelas ações da Vale e Petrobrás, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, obteve sua segunda maior alta, 2,47%, a maior desde os 3,24% do dia 20 de agosto e a segunda registrada no mês (o Ibovespa havia subido apenas no dia 5). O índice se manteve firme durante o dia todo, apesar da volatilidade das negociações. Após uma baixa de 1,71%, pouco depois do meio-dia, a Bolsa Paulista acelerou, atingindo a máxima valorização de 3,14%, fechando a quarta-feira somando 49.633 pontos.
No mercado de ações, quem brilhou foram as mineradoras. As ações preferenciais de classe A (PNA) da Vale tiveram valorização de 5,86% com volume financeiro de R$813 milhões. Vale ON (ordinárias) também disparou 5,73%. Petrobrás somou o maior giro do pregão R$1,5 bilhão, com valorização de 2,3% nas ações preferenciais e nas ações ordinárias a alta foi de1,16%. Gerdau PN e Metalúrgica Gerdau PN, seguiram a mesma trajetória, em altas de 4,93% e 4,06%, respectivamente.
O bom humor na Vale do Rio Doce deu-se pela confirmação de que a mineradora está negociando um reajuste adicional para o minério de ferro vendido na Ásia, além da recuperação dos preços do cobre.
Apesar da alta de hoje, a volatilidade ainda esta em pauta no mercado brasileiro, pois não houve afirmação de analistas de que a desvalorização, que tomou conta da Bolsa, se esgotará.

O dólar comercial teve alta de 0,73% e fechou a quarta-feira cotado a R$1,785 nas negociações do mercado interbancário de câmbio. Esse é o maior valor da divisa norte-americana, desde o dia 25 de janeiro. Em oito dias de setembro, a moeda acumula uma valorização de 9,31% no mês.


fonte: Agência Estado

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Manchetes do Dia

O Estado de S. Paulo: Nem pacote de Bush segura a Bovespa

Folha de S. Paulo: Valor de empresas na Bovespa volta a ficar abaixo de US$ 1 tri

Gazeta Mercantil:
Mineradoras terão prazo para explorar

O Globo: Com queda do petróleo, Bovespa cai próximo a 1% e dólar passa de R$ 1,75

Valor Econômico: ‘Salvamento’ nos EUA ganha apoio e alivia mercado

Reunião da OPEP reduz o preço do petróleo

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato futuro de petróleo com vencimento em outubro recuou 2,90%, aos US$ 103,26 o barril, é o menor valor em cinco meses. Em Londres, o petróleo tipo Brent caiu abaixo de US$ 100, o que não acontecia desde abril.
Os operadores esperam uma manutenção nas cotas de produção, pela OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), após a reunião do grupo em Viena na Áustria.
A previsão de que o furacão Ike não irá afetar a produção da commodity, no Golfo do México, também agitou os preços.
No início do ano, um aumento de produção da Arábia Saudita, maior exportador da Opep, ajudou a enfraquecer o valor do barril.
Ao chegar a Viena, o ministro de Petróleo saudita, Ali Naimi, classificou como "muito bem-sucedido" o aumento na produção. "Trabalhamos muito duro desde junho para trazer os preços ao patamar atual", afirmou.

fontes: Agência Estado

Desvalorização na Bolsa brasileira atinge o pior índice em 1 ano

O pregão de terça-feira foi de bastante mau-humor, no mercado financeiro nacional e mundial. O Ibovespa, principal índice da BM&F terminou o dia em baixa de 4,5%, aos 48.435 pontos. A queda nos preços das commodities, fuga de investidores estrangeiros e o pesadelo nas Bolsas americanas foram os grandes vilões do dia.
A terceira maior queda do ano acumula perdas de quase 7% só nesta semana. No mês, as perdas atingem 13,01% e no acumulado do ano, -24,18%. O índice oscilou entre a mínima de 48.419 pontos (-4,53%) e a máxima de 50.711 pontos (-0,01%). O giro financeiro somou R$ 5 bilhões.
As mineradoras foram as mais prejudicadas. Vale ON (ordinárias), -4,96%, Vale PNA, (preferências tipo A) -4,33%, Gerdau PN, (preferenciais) -7,85%, Metalúrgica Gerdau PN, -8,06%, CSN ON, -8,29%, Usiminas PNA, -8,67%.
A terça-feira também não foi muito agradável no mercado americano. Em Wall Street todos os índices encerraram o dia no vermelho. Dow Jones em queda de 2,43%, aos 11.230,7 pontos, S&P em baixa de 3,41%, aos 1.224,51 pontos e Nasdaq em baixa de 2,64%, aos 2.209,81 pontos.
A grande agitação no mercado externo elevou a divisa norte-americana à sua maior cotação desde janeiro. No câmbio interbancário, o dólar comercial fechou o dia com valorização de 2,07%, a R$ 1,772. A máxima atingiu o valor de R$1,775 (alta de 2,25%); e na mínima de R$1,73 (alta de 0,17%).


fontes: Advanced Financial Network e Agência Estado

Copom pode aumentar Selic mesmo com queda de IPCA

O Comitê de Política Monetária (Copom) se encontra hoje (09) e amanhã para definir os novos rumos da conjuntura econômica no Brasil.
A maioria dos analistas de mercado financeiro apostam em uma alta de 0,75 ponto percentual na Selic, taxa básica de juros. Se isso se confirmar, a taxa anual chegará a 13,75%. Para eles, o aumento da Selic vai ocorrer mesmo com a queda no Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) para 6,17%, ante 6,37% em julho, na meta de 12 meses. Isso se deve ao fato de que o Banco Central (BC) não utiliza dados recentes para fazer uma provisão em suas atas – a recente deflação do IPCA é de curto prazo, e o BC visa uma preocupação com a inflação futura.

Câmbio

A desaceleração da economia norte-americana também atrai problemas na hora da definição da taxa básica de juros.
Juntamente com o fato de a demanda interna brasileira estar crescendo mais que a produção do País, há, então, uma necessidade de importações para suprir essa demanda. Caso o real se desvalorize em função do dólar, pode haver altas de preços de produtos importados no mercado interno. Caso isso aconteça, a inflação dispara e, dependendo da intensidade, o Banco Central pode ser forçado a aumentar ainda mais a taxa de juros, o que reduziria a demanda e faria com que os preços abaixassem, amenizando, assim, o efeito do câmbio sobre os preços.

fonte: O Estado de S. Paulo / Agência Estado

Brasil e Argentina fecham acordo monetário

Na manhã de hoje foi assinado um acordo entre Brasil e Argentina, que vai entrar em vigor a partir do dia 03 de outubro. O sistema de comércio entre os dois países será feito com a moeda local, o que antes era negociado em dólar.

De acordo com o ministro da Fazenda Guido Mantega, até o início de outubro haverá um período de adaptação ao novo sistema, com ajustes técnicos. A principal vantagem desse sistema, explicou o ministro, será a redução do custo de intermediação nas operações cambiais. Em princípio esse sistema será estendido também, nos próximos anos, ao Uruguai e Paraguai.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Manchetes do Dia

O Estado de S. Paulo: EUA fazem intervenção de até US$ 200 bi para conter crise

Folha de S. Paulo: Brasil e Argentina assinam acordo para trocas comerciais em real e peso

Gazeta Mercantil: Até 2012, Brasil ganha 3° lugar em celulose

O Globo: Bovespa inverte e cai mais de 2%; dólar sobe

Valor Econômico: Comércio entre Brasil e Argentina sem dólar entra em vigor em 1 mês

Privatização das Rodovias


O governo de São Paulo, está prestes a publicar o edital de licitação para dar o direito a empresas privadas de mais cinco lotes de rodovias. Esses lotes totalizam 1.800 Km nas Rodovias Ayrton Senna, Dom Pedro I, Marechal Rondon(trechos Leste e Oeste) e Raposo Tavares.

O Estado fixou em R$3,5 bilhões o valor inicial da venda, a esse valor vão ser acrescentados R$ 8 bilhões em investimentos que terão de ser feitos ao longo de 30 anos da concessão, com ênfase nos 10 primeiros anos. Um exemplo disso, é que a vencedora da concessão da Rodovia Ayrton Senna, terá de fazer mudanças também na Marginal do Tietê na capital, do acesso da Via Dutra ao início da rodovia concedida.

A novidade nesse novo lote, está na substituição, como base para reajuste de tarifas, do Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede de maneira mais adequada a variação do custo de vida do usuário.O pedágio inicial terá de ser, no máximo, R$0,10 por quilômetro, paraestradas de pista dupla, e de R$0,08 Km, para as de pista simples.

O Programa de Concessão Rodoviárias de São Paulo já transferiu para as empresas privadas a operação, de 3,5 mil quilômetros de estradas. O resultado, são estradas melhores e mais seguras, porém, a um custo maior.

fonte: O Estado de S. Paulo

EUA injetam US$ 200 bi para evitar crise

O governo americano decidiu intervir nas duas gigantes de crédito hipotecário do país: Fannie Mae e a Feddie Mac. As empresas que correspondem a metade do mercado de hipotecas dos EUA, com garantias de títulos avaliadas em US$ 5,2 trilhões, vinham apresentando perdas avaliadas em US$ 14 bilhões desde o começo do ano. Isso se deve ao Subprime, retração do mercado imobiliário e dos produtos financeiros vinculadas a hipotecas de alto risco.
Para evitar uma crise na economia mundial, o governo resolveu intervir. Para as duas instituições serão liberados US$ 200 bilhões, e o Departamento do Tesouro americano assumiu o controle das companhias temporariamente. Uma falência de alguma das instituições, afetaria a capacidade dos americanos de obter empréstimo para consumo, danificaria o crescimento da economia e a criação de empregos.
Providências já são tomadas, o secretário do tesouro Henry Paulson, anunciou a substituição dos presidentes das empresas por grandes executivos. Na intervenção, as empresas estarão mantidas sob custódia, para que o governo possa reestruturá-las e depois devolvê-las a iniciativa privada. O plano exige que as duas companhias reduzam o portifólio de investimento em 10 % ao ano, a partir de 2010. A intervenção americana levou otimismo as Bolsas mundiais.

Impostômetro acelerado

Os brasileiros chegam hoje a marca de R$700 bilhões em tributos arrecadados de todos tipos pagos a município, Estado e União, desde o primeiro segundo de 2008. A medição que é feita pela Associação Comercial de São Paulo, mostra que a arrecadação aumentou em relação ao mesmo período de 2007. E que no ano passado, a marca dos R$700 bilhões só foi atingida no dia 14 de outubro.

Bovespa foge da festa e fecha em baixa de quase 2,5%

A euforia que tomou conta no mercado externo não melhorou os baixos índices das semanas passadas na Bolsa brasileira. A ajuda que o governo norte-americano deu às agências de hipotecas Freddie Mac e Fannie Mae proporcionou uma arrancada nas principais Bolsas mundiais.A BM&F não participou da festa. O Ibovespa fechou o dia em baixa de 2,35% com 50.717 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,14 bilhões.
O pregão iniciou-se de forma bem humorada, pouco depois das 10 horas, o índice estava em alta de 3,35%, porém logo entraria em queda, puxada pelo enfraquecimento, principalmente das ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas.
No mercado externo os número foram bem diferentes: o índice Dow Jones terminou em alta de 2,58%, aos 11.510,7 pontos, o S&P 500 avançou 2,05%, para 1.267,79 pontos, e o Nasdaq teve elevação de 0,62%, aos 2.269,76 pontos. Na Europa, o desempenho também foi parecido: a Bolsa de Paris subiu 3,42%, Frankfurt, 2,22%, e Londres, 3,92%.
O dólar seguiu o bom humor no mercado externo e atingiu alta de 1,11%, sendo cotado a R$1,736 - o maior valor desde 1° de abril desse ano, quando valia R$1,745. Durante a sessão de hoje, variou de R$ 1,703 (queda de 0,82%) a R$ 1,741 (alta de 1,40%). Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista subiu 1,02% a R$ 1,7355. O volume financeiro total à vista somava US$ 2,8 bilhões por volta das 16h30.
Fontes: Gazeta Mercantil, Agência Estado e Estadão